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quinta-feira, 21 de junho de 2012






"A juventude não está perdida", foi essa frase, twittada pelo Kelvin, que me fez escrever esse texto.

Concordo com o que ele disse. Lógico que não estamos falando dos jovens em sua totalidade que se "salvam" dessa "juventude perdida", há aquele grupo que, penso eu, não por escolha mas sim por diversos fatores externos, como abandono dos pais, por exemplo, que acabaram nessa situação, sem muita motivação para a própria vida, e esses casos acabam generalizando a situação desse pequeno grupo para todo o resto dos jovens.

Há casos bem claros que comprovam tudo isso o que falei no parágrafo anterior: Nicholas Shiefer , por exemplo, um garoto de 17 anos que criou um algoritmo de buscas (dado como melhor que o utilizado pela Google, uma das maiores empresas do mundo). Detalhe para o mecanismo de pesquisa: ele é "direcionado" às redes sociais (Facebook, Twitter, etc).
Blog Nicholas Shiefer Clique Aqui. (Em inglês)

Um outro caso a ser citado é o de Jack Andraka que com apenas 15 anos, descobriu uma forma 28 vezes mais rápida de diagnosticar o câncer pancreático que a convencional. Além mais rápida, ela é também 28x mais rentável e 100 vezes mais sensível aos métodos que eram usados anteriormente, isso tudo apenas sendo necessário apenas uma amostra da urina ou do sangue do paciente.
  
Esses são casos claros do que esse texto vem mostrar. Mas não se engane. Tais casos são resultado da força de vontade (leva-se em conta a capacidade intelectual) de cada um desses jovens, pois,  qualquer um deles poderia ter deixado de lado seus projetos e ter ido jogar Angry Birds (bom jogo) , por exemplo.
  
A regra de "juventude perdida" só será válida se nós jovens, deixarmos que isso aconteça. 


Então, aqui vai a dica: Para de jogar Angry Birds porque hoje é dia de curar o câncer, bebê.

Ok, exagerei, mas vai ler um livro, sei lá.

quarta-feira, 13 de junho de 2012




Olhem de novo para esse ponto. Isso é a nossa casa, isso somos nós. Nele, todos a quem ama, todos a quem conhece, qualquer um dos que escutamos falar, cada ser humano que existiu, viveu a sua vida aqui. O agregado da nossa alegria e nosso sofrimento, milhares de religiões autênticas, ideologias e doutrinas econômicas, cada caçador e colheitador, cada herói e covarde, cada criador e destruidor de civilização, cada rei e camponês, cada casal de namorados, cada mãe e pai, criança cheia de esperança, inventor e explorador, cada mestre de ética, cada político corrupto, cada superestrela, cada líder supremo, cada santo e pecador na história da nossa espécie viveu aí, num grão de pó suspenso num raio de sol.

A Terra é um cenário muito pequeno numa vasta arena cósmica. Pensai nos rios de sangue derramados por todos aqueles generais e imperadores, para que, na sua glória e triunfo, vieram eles ser amos momentâneos duma fração desse ponto. Pensai nas crueldades sem fim infligidas pelos moradores dum canto deste pixel aos quase indistinguíveis moradores dalgum outro canto, quão frequentes as suas incompreensões, quão ávidos de se matar uns aos outros, quão veementes os seus ódios.

As nossas exageradas atitudes, a nossa suposta auto-importância, a ilusão de termos qualquer posição de privilégio no Universo, são reptadas por este pontinho de luz frouxa. O nosso planeta é um grão solitário na grande e envolvente escuridão cósmica. Na nossa obscuridade, em toda esta vastidão, não há indícios de que vá chegar ajuda de algures para nos salvar de nós próprios.

A Terra é o único mundo conhecido, até hoje, que alberga a vida. Não há mais algum, pelo menos no próximo futuro, onde a nossa espécie puder emigrar. Visitar, pôde. Assentar-se, ainda não. Gostarmos ou não, por enquanto, a Terra é onde temos de ficar.

Tem-se falado da astronomia como uma experiência criadora de firmeza e humildade. Não há, talvez, melhor demonstração das tolas e vãs soberbas humanas do que esta distante imagem do nosso miúdo mundo. Para mim, acentua a nossa responsabilidade para nos portar mais amavelmente uns para com os outros, e para protegermos e acarinharmos o ponto azul pálido, o único lar que tenhamos conhecido. 


Dedicado à todos. 
Todos. (:

sábado, 7 de abril de 2012


          
            Na última terça-feira, dia 03/04/2012, o Instagram, famoso serviço de compartilhamento de fotos online, veio para os aparelhos equipados com o sistema operacional Android 2.2 ou superior. Isso causou um certo "rage" por parte dos usuários do iOS, que falaram da chamada "Orkutização" do Instagram.

          Eu, como um usuário do Android, lógico, discordo disso, e tenho algumas teorias quanto as razões desse preconceito que usuários de iOS tem quanto aos usuários de Android:

             Acho eu que o principal motivo é o grande número de aparelhos de hardware RUINS equipados com esse sistema operacional,pois, eu, assim como muitas pessoas, optaram por um Android e tenho absoluta certeza de que com o que eu paguei pelo meu Android compraria um iPhone 4s tranquilamente.
          
          Além disso temos o fator Apple. Em geral, as pessoas pensam que se alguma coisa foi feita por X, Y não pode tentar melhorar ou adaptar para determinados gostos, afinal, pessoas tem gostos diferentes umas das outras. Se realmente seguissem essa filosofia, usuários que tanto defendem seu sistema iOS e dizem que não há nada além dele deveriam usar o UNIX.

     Eu, mesmo sendo um usuário e adorador do sistema Android, respeito muito a Apple, principalmente o iOS, pois, sei que se não fosse ela, essa tendência de "Mobile Computer" não teria sido gerada e o meu amado Android não teria nascido. 
       
       E é isso o que usuários de diferentes sistemas devem ter entre si: Respeito, uma das maiores deficiências do ser humano.


Fim de transmissão.

sexta-feira, 6 de abril de 2012


      Não é tão simples quanto parece dizer quando alguém é bom ou ruim, qual é o seu verdadeiro valor. É também verdadeiro o fato de que há pessoas que estão aqui para ser o ímpio da maioria. Outras vieram para serem anjos. Porém, é perceptível que dentro de cada um existe um sentimento comum: O bem. As pessoas se movem em busca de seu próprio bem, tendo em vista seus próprios ganhos, suas causas pessoais, seja por um bem coletivo ou não, é sempre isso.
    Às vezes sacrificamos alguns pelo bem de outros. Às vezes nos colocamos em primeiro lugar, deixamos o resto para trás. Sempre há uma decisão dificil a tomar: Ser o vilão ou o herói? Seria muito simples escolher ser o herói de uma maioria não é? Mas, às vezes é tão sintético. Simplesmente ser o vilão parece mais benéfico, um valor pessoal impagável. É tão relativo. Alguns podem querer sua morte, enquanto outros te idolatram.
      Uma vez, uma pessoa muito sábia falou: "Se você não tem sombras, então você não está sob a luz". Esta é uma ótima metáfora para este post, e também deve servir para a vida em si. É um instinto tão natural do homem usar o que é ruim para defender o que considera bom, precioso.
    E mesmo que se usem horas de reflexão, talvez ainda não fosse possível achar um solução, uma harmonia sobre isso. Praticamente impossível que a concórdia reine, quando os conceitos são tão diferentes. Sempre haverá vilões e heróis dentro de cada um. Essas dualidades continuarão até o fim dos tempos, assim como o céu e o inferno perduram... Então, você acredita que o bem maior é mais valioso do que o bem individual? - Any thoughts?


Esse foi meu primeiro post aqui no Stay On, espero que gostem. Me sinto uma virgem - abstraiam. Até a próxima.
Love, Kills XX 
Obscene
 
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