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quinta-feira, 5 de abril de 2012

Felicidade Fútil

2 comentários:
 
               
                 De inúmeras maneiras, procuramos sedentos pela felicidade, como fosse de fato, matéria. Nessa busca é perceptível o esquecimento do real valor que ela representa e o êxito continua a se distanciar.

                    Confundida, a felicidade é atribuída à roupas, carros, status social, consumismo. O que era um sentimento pessoal de vitória ou um simples estado emotivo, agora é tido como um objeto a ser mostrado na rua, é o rancor, a inveja, a futilidade.

                     Partindo do pressuposto de que a felicidade nunca “foi” ou “é” mas, “esteve” ou “está”, pode-se entender mais facilmente como seu significado original fora banalizado.

                    Por representar um sentimento temporário, o termo “ser feliz” pôde ser substituído pelo prazer ao se comprar um objeto desejado, que muitas vezes perde o valor "emocional" em poucos dias de uso.

                Como se não pudesse piorar, essa tentativa de suprir suas necessidades por meio do consumismo é praticada (e muito) por indivíduos de classe baixa. Não é raro ver gente sangrando o próprio nome com dívidas até o pescoço. Vale a pena mesmo? Sério?


                Hoje, compra-se Gianni Versace, Gucci e Prada, com feijão e arroz. Não com McDonald’s.

Vende-se fome, 36x sem juros. Vende-se vida, vende-se tudo.

2 comentários:

  1. Este texto é uma versão mais refinada de uma redação que fiz no colégio.

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  2. ameei :D
    por yana karla

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